Vigilantes entrarão em greve para garantir emprego, salários atrasados e verbas rescisórias O Sindicato dos Vigilantes conversou com o Secretário Emerson Castro sobre os créditos das empresas de vigilância decorrentes do reequilíbrio dos contratos nos anos de 2012 e 2013

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Porto Velho – Rondônia: Em reunião realizada na manhã desta quinta-feira (18), com secretário estadual da educação Emerson Castro e o secretário geral do Sindicato dos Vigilantes do Estado de Rondônia (SINTESV) Valdemar Cosme, o diretor do sindicato Deusamar Rodrigues e advogado da entidade, Ernande Segismundo, foi novamente tratada da questão do pagamento das rescisões dos contratos de vigilância das escolas estaduais de todo o Estado.

A grande preocupação do sindicato é que aproximadamente 2.800 vigilantes serão demitidos até o final deste mês e as empresas já informaram às autoridades que não tem dinheiro para pagar as rescisões; além disso o SINTESV solicitou que seja revista a decisão de extinguir os serviços de vigilância.

Emerson Castro esclareceu que não há qualquer hipótese de rever as rescisões dos contratos de vigilância ou a manutenção dos serviços através de outras empresas; tampouco há qualquer discussão no Governo no sentido de prorrogar os contratos por mais alguns meses.

Essas rescisões dos contratos de vigilância da Educação vão gerar um contingente de cerca de 2.800 vigilantes desempregados, que serão substituídos por câmeras de vigilância, cuja aquisição estava sendo planejada para ser feita de forma fracionada e descentralizada por cada escola; no entanto o secretário Emerson Castro afirmou que vai fazer diferente, através de licitação pública global e centralizada na SEDUC.

Para Valdemar Costa as escolas entrarão num período de muita fragilidade e vulnerabilidade, pois a licitação dessas câmeras de vigilância deve demorar mais que o previsto e não estarão em funcionamento quando encerrar o trabalho dos vigilantes, no final deste mês; o que tornará as escolas alvo muito fácil para a ação dos marginais.

Pelo volume da compra, complexidade da instalação e do monitoramento, essa situação poderá durar vários meses; quando não haverá nem vigilantes e nem câmeras, expondo alunos, professores e demais profissionais à violência.

Outra reivindicação urgente do SINTESV é para que a SEDUC faça o pagamento imediato dos serviços prestados pelas empresas de vigilância relativos ao mês de setembro/2013; pois o referido pagamento ocorre habitualmente em torno do dia 05 de cada mês subsequente ao prestado, porém até esta quinta-feira (17) não houve o pagamento, segundo as empresas, gerando consequentemente atraso na quitação dos salários dos vigilantes.

O Sindicato dos Vigilantes conversou ainda com o Secretário Emerson Castro sobre os créditos das empresas de vigilância decorrentes do reequilíbrio dos contratos nos anos de 2012 e 2013, vez que as verbas rescisórias dos vigilantes devem sair justamente desses créditos e as empresas já declararam ao Sindicato que todas as verbas do reequilíbrio serão destinadas à quitação das verbas rescisórias, que se não forem pagas na época própria deixarão à mingua milhares de famílias em pleno final do ano.

O SINTESV aproveitou a oportunidade para informar que está convocando todos os vigilantes da educação para a mobilização que acontecerá na sede do sindicato já a partir da próxima segunda-feira, o que causará a paralisação dos serviços de vigilância.

 

Autor: CUT

Fonte: SINTESV RO,

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